sexta-feira, 3 de abril de 2009

Duckdive


Já se falou aqui de Bottom Turn, das vedetas do surf feminino, Carissa Moore e sua amiguita Coco Ho, como apanhar mais ondas dentro de água e como dar cabo dos Cromos no pico, mas esquecemo-nos de falar do início de tudo, a primeira aula de todas – para mim e para a Mada- aqui ficam as dicas do dia:
Hoje vamos falar de DUCKDIVE explicado pelo especialista Nick Carroll (vês Mada, quem é amiga, quem é ??? )


“To best understand a duckdive, you should go for a swim in the ocean. No board, nothing. Just swim out toward a broken wave and dive under it. While you're doing this, think about what you're doing. First you go down, right? Then as the foam passes overhead, you’re kinda parallel to the surface. Then once the foam has passed, you tilt up, back to the surface. Yeah? It’s a very natural movement, led from the front: arms, head and shoulders guide the way.

That's all a duckdive is -- a swimmer's dive under a wave, except you’re taking your board for a ride.

Just as with a swimmer's dive, a good duckdive is led from the front and is all in the timing. And it should be done QUICKLY. Why? Because in order to duckdive well, you need forward momentum -- which means paddling until the very last moment.

Before the wave hits, you should give yourself just enough time to push all the board underwater, nose down and driving forward. Use both hands on the rail about two feet back from the nose, and one knee -- whichever leg you favor -- braced on the deck, wherever it naturally falls. The knee lets you use some small amount of body weight to get the tail under. (It's no good just pushing down the nose; if the tail is sticking up above the surface, it'll take the foam's heat and drag you backward.)

As the wave passes overhead, bring your upper body weight back, letting the nose rise. The downward pressure of wave energy -- by now pushing on the tail -- should help this to happen quite naturally.

Try to explode back to the surface: use the natural buoyancy of your board to pop up, giving yourself some paddling momentum straight away.”
Basicamente é isto…qual é o problema??? Agora é só praticar e ver as diferenças entre um bom ou um mau Bico-de-Pato; se passar a onda é bom, se formos parar à areia, talvez ainda não esteja no ponto!!!
Que tal esta ondinha para começar o treino??

Meninas na água


A 31 de Março, Miguel Bordalo, fala no seu blog http://ondas.weblog.com.pt/, sobre Miúdas.
Para além da foto, que nos faz alguma justiça, o rapazito não percebe nada de SurferGirls, muito menos de Elitistas. Passo então a citar o dito cujo:
“Portanto... o que é que eu não quero, como namorada no futuro, (…), é que ela seja surfista.
Pronto! Não quero. Aquele espaço é meu, gosto de ir surfar às horas que me apetece, gosto de ir surfar o mar que me apetece, e acima de tudo, gosto de passar alguns momentos calado dentro de água, sem que alguém me pergunte o clássico “O que é que estás a pensar?”

Eu juro que eu aturo bem o “O que é que estás a pensar?”, mas há duas alturas em que não o posso ouvir, uma é dentro de água, outra é a ouvir Jazz, quando estou silencioso sentado no sofá.
Não, não é porque não estou a pensar em nada, e não estou a pensar na minha relação com nenhuma pessoa, posso estar a pensar num milhão de coisas, mas certamente não saberei explicar nenhuma delas.

“Estou a pensar que nunca mais vem o set para eu deixar de te ouvir!” “Estou a pensar que aquela onda pode ser grande o suficiente para te levar aos trambolhões até à areia, e deixares de me chatear!” “Estou a pensar cortar-se o leash para a próxima vez que vieres comigo.” Há tanta resposta para essa pergunta, que terminaria mal, que acho que seria de evitar que a minha namorada surfasse no futuro.

Não desminto, no entanto, que uma mulher fica muitíssimo bem num fato de borracha, e com uma prancha na mão (…)””

Fim de Citação!!!!
Eu já deixei o meu comentário no blog do dito menino!!!

Locais....

os "locais" que não dão lugar às meninas....


nos coxos...
na arrifana...
em S. Pedro...

eles estão em todo o lado....

Já não há homens como antigamente...